terça-feira, 23 de março de 2010
milhares de perguntas sem respostas.
Caramba! Queria tanto falar pelos cotovelos. Queria resmungar e ouvir: eu te avisei! Não ligo, mereço! O óbvio não está longe de acontecer e continuo aqui, tentando. Dando a cara para bater. E apanhando. Tá, mas quem vai me dizer isso? Sei que tenho sempre um ombro amigo, até dois, três. Mas, cadê agora? Estou a ponto de desmoronar e a única coisa que tenho hoje é onde escrever. (Espero que ninguém leia isso, aliás.) Por que? Onde eu estou com a cabeça? Não está na cara? E os outros? E eu? E .. e?! Nenhuma resposta. Nenhum som. Só escuto o som dos meus dedos tocando o teclado. Nada do que eu diga, ou faça, parece dar certo. E, no entanto, você continua aí. Me sondando, rondando. Quando digo algo você faz essa cara de bobo. Quando você diz, tenho que achar bonito, se não.. só te maltrato. Chega! Pelo menos por hoje, confesso. Amanhã se eu insistir no erro vou voltar aqui e ler o desabafo de hoje. Vou refletir, não esquecendo que tudo vai se repetir, como sempre. Que se dane se não der certo. Pelo menos, sei que a culpa - dessa vez - não foi minha.
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