quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Do NOT kill me, friend.
Minha melhor amiga - a rainha da razão - vive pelos cantos com a cara emburrada. Eu sei porque, ela sabe. Só que ela não dá o braço a torcer. Faz sempre aquele charme de pessoa orgulhosa. Tudo bem que eu vivo falando que queria ser mais como ela, mas pra quê? Sinceramente. Se alguém me disser um ponto positivo em não demonstrar o que sente, eu mudo de idéia. Vou parar de torrar a paciência para que ela coloque mais amor em tudo. Ela sabe o que faz, vou desistir mesmo. Mas, enquanto isso, martelo a idéia de que ela devia pegar o celular e mandar aquela mensagem que ela vive querendo mandar. Ou fazer aquela ligação logo, direto e reto. Se não der certo, ela pode seguir em frente. De braços abertos para uma nova aventura. Remoer o passado não está com nada. Não, mas ela não remoe, sabe. AHAM! Doze anos de amizade e ela ainda acha que me engana. Aí, ela vai para a balada, dá de cara com ele (os dois orgulhosos) e no dia seguinte, cara emburrada. Já vi esse filme algumas vezes. Eu a amo com todo meu coração, mas ô garotinha teimosa. Orgulhoooosa! Tenho medo como ela tem, mas aprendi com algumas pessoas que devemos deixá-las ir, para que outras apareçam e possam ter um lugar só delas na nossa vida. Já vivi e revivi filmes antigos, mas faz parte. Acontece da gente querer atualizar, querer ir ao cinema, só para variar. Deixar a fita cassete de lado, se é que me entendem. "Quem vive de passado é museu." E, convenhamos, se esse passado é algo que te deixa emburrada, está mesmo na hora de se atualizar.
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