segunda-feira, 13 de junho de 2011

Pra você.

Geralmente não sei começar textos. Saber, eu sei, mas me embolo entre o que dizer primeiro e o que não devo dizer. Posso começar dizendo como é bom olhar no fundo dos seus olhos. Segurar sua mão e sentir o cheiro do seu pescoço. Ou então, dizer como isso tudo pode parecer ridiculamente patético para alguém que se encontra num estado completamente oposto ao meu. E importa? Vale lembrar que, me envergonho do que escrevo. Embora, ainda escreva. Bom registrar o quanto estou feliz? Hum. Vou deixar essa invisível. Posso dizer que é bom quando te vejo preocupado? Ou minha felicidade em ver você apertando os olhos naquele sorriso que aperta meu estômago? Ai. Não queria parecer cafona. Boba. Louca. Queria só dizer que é bom te ter por perto. Bom mesmo! Até demais. O que acarreta algumas preocupações, mas nada que tenha tirado meu sossego (ainda). Ah, estou acumulando textos e mais textos no meu celular, não os publico, finjo que não amei cada palavra que coloquei entre uma linha mais torta que a outra (Não literalmente falando). Acredito que a gente deve apenas dizer. Sem esperar (mesmo) nada em troca. Se soubesse como me sinto feliz em falar o que sinto. Mesmo ficando envergonhada. MESMO! Está na hora de dormir, não? Noite fria mesmo. Desabafo esquisito. O negócio foi que, me agarrei ao livro que me deu e não te liguei. Aí, lembrei: estou nos seus favoritos. Quando clicar e ler vai saber que, mesmo não ligando, não deixei de pensar em você.

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